Adjetivo fundamental

O que vale mais em um político: ser bondoso e acessível ao povo ou ser capacitado tecnicamente e trabalhador? A resposta é difícil! Talvez seja um misto de todas estas qualidades! Mas o certo mesmo é que temos os mais variados perfis na esteira política local. Vejam que tanto na disputa para vereador como a disputa de prefeito, são sempre concorridas e variadas. Temos nomes como o do vereador Leonardo Ciacci (PP) tido como popular e acessível, temos o nome do secretário municipal de Meio Ambiente, Rômulo Azevedo, que tem se despontado como operante e empenhado, temos o nome do ex-prefeito Antônio Silva (PTB) tido como bom gestor, bem como temos o nome do reitor do UNIS Stéfano Gazola (PTB) visto com invejável líder e agregador, ou mesmo o nome do vereador Rogério Bueno (PT) tido como honesto e democrata, en tre muitos outros nomes de vários partidos com as mais variadas virtudes. Onde queremos chegar com este comentário? Na verdade a coluna quer perguntar qual é e se existe um “adjetivo fundamental” que seria o determinante para ganhar o voto do eleitor? Só honestidade?,só bondade?, só competência? etc. E mais, será que esta “maior virtude” exigida seria a mesma para ricos e pobres, homens e mulheres? Num arroubo de individualismo, digo aos leitores que não votaria num candidato a prefeito ou vereador apenas por ser honesto, ou bondoso, ou competente, ou trabalhador. Claro que estas virtudes são importantes, mas não seriam virtudes OBRIGATÓRIAS a qualquer homem público? Chega a causar espanto quando alguém diz que votará em fulano ou beltrano apenas porque tal candidato tem uma das virtudes obrigatórias para ser um homem público. Isso mostra o quanto a classe política esta desgastada e contaminada por maus políticos e os cidadãos estão com pouca exi gência para escolher seus governantes. Não seria a hora de mudar o futuro da cidade, começando pela forma de escolha dos nossos candidatos?

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